domingo, 4 de dezembro de 2022

Relacionamnetos vs. Conselhos.

 

Alguns de muitos ditados que ainda sobrevivem, e que de vez por outra acabamos ouvindo, são aqueles do tipo: - Se conselho fosse bom, se vendia! Ou quem sabe: - Quem fala muito da bom dia a um cavalo! E tem o clássico: A voz do povo é a voz de Deus.

Confesso que não levo muito a fé tais conselhos, e quando falo muito, tem uns que não da mesmo para levar fé nenhuma.

Mas, o que quero dizer com isso, é que entra ano e sai ano, como disse o ministro da suprema corte do Brasil, “desde que o mundo é mundo”, as pessoas independente dos conselhos, dos grandes sermões e das pequeníssimas dicas, continuam tomando decisões erradas, e o que é pior, às vezes envolvem outras pessoas e infelizmente geram muita tristeza, caos e até muita dor. Motivos pelos quais a classifiquei como “erradas”.

Existem coisas, situações, que estão na cara, e mesmo assim, continuamos firmes na direção do abismo catastrófico, e não se trata de uma situação interna e invisível, está de forma grotesca e explicita aos nossos olhos e aos de todos.

- Isso não vai dar certo! Essa coisa não vai acabar bem! Vou me ferir e ferir outros também! E mesmo assim a cegueira toma conta, e o trágico e inevitável fim está bem perto.

Muitas escolhas que fiz foram erradas, e se pudesse, voltaria para concertar, e muitas que farei poderão até ser. Porem precisamos reduzi-las ao máximo, sermos prudentes. Um conselho que pode ser útil: De pessoas que de fato nos querem bem, procurar ouvi-las, quem está de fora da situação, sempre tem uma melhor visão do todo e pode sim, ajudar e muito.

Somos rodeados todos os dias por varias situações, nos rementem a grandes decisões e escolhas, nas diversas fazes e áreas da nossa vida.

Somos rodeados de situações que devemos escolher o que fazer e como fazer. Profissional, familiar, espiritual, sentimental e muitas outras, não tirando aqui a importância que cada uma delas.

Então, por eu ter começado com conselhos, gostaria de dar um conselho a você leitor, e digo logo, é gratuito, não precisa se preocupar em pagar, não chegará à sua casa um obsoleto boleto ou uma chave "pix" para pagar qualquer valor.

Relacionamentos são excenciais, todos eles. Entre casais, filhos e irmãos, amigos, colegas de escola e de trabalho, comunidades e grupos, em fim, são responsáveis pelo desenrolar de nossas vidas, nossas escolhas, nosso caráter, nosso estilo. Não há possibilidade de viver sem se relacionar com algo ou alguém.

Porem, eu não consigo ver como normal, quando um relacionamento trás consequências desastrosas, tanto para a pessoa em si quanto para todas os que estão a sua volta. Ei é bem aqui que gostaria de chagar!

Uma perguntinha com uma gota de pretensão: - Seus relacionamentos tem sido gerador de quais sentimentos, situações ou frutos? Acredito que posso usar este ultimo termo!

Seus relacionamentos tem feito você de escravo? Tem sido dolorido tanto fisicamente quanto emocionalmente? Tem te deixado numa bolha e seus familiares e amigos têm estado distantes de você por esta razão? Tem feito de você alguém que não tem espaço e se sente oprimido?

Perguntas simples e básicas, que mesmo estando completamente envolvido, entranhado nas suas saborosas nuances, satisfeito até com o que ele tem lhe proporcionado, digo que vale uma parada e um breve olhar questionador. Sim, um momento de ouvir o que as pessoas, as situações e as condições ao seu redor podem e querem te dizer.

Dentre tantas anomalias que um relacionamento possa demostrar de não ser saudável, ou que não seria o melhor para os envolvidos, eu fico aqui com a que considero ser a mais importante: - Faça uma análise de como anda seus princípios, estes construídos ao longo do tempo com ajuda de sua família.

Se sente confortável com o que tem se apresentado? Existe harmonia entre as partes, individuo e seus pares? E por fim, sim, que tal ouvir um bom conselho, afinal a um texto na Bíblia que diz: “Na multidão de conselhos está à sabedoria!”.

Assim como disse o apóstolo Paulo: “Ouça tudo e retenha o que é bom!”.

 

Elizeu B. de Oliveira – 04/12/2022

sexta-feira, 7 de janeiro de 2022

Que tal uma mentirinha?

            Às vezes, ler a bíblia é algo complicado!

Calma, não se escandalize, nem fique desesperado, vou explicar!

Não sei se já aconteceu com você caro leitor, mas comigo sim e várias vezes...

Sempre aparece alguém dizendo que é impossível ser verdadeiro o dia todo, falar a verdade 24h por dia (no bom sentido da colocação), eu vejo muita gente dizendo que uma mentirinha aqui ou ali faz parte da vida e que além de impossível, não devemos ser verdadeiros o tempo todo, há quem possa ficar ofendido em ouvir verdades...

Claro que não deixarei de me colocar no hall dos mentirosos, confesso que infelizmente de vez em quando me escapole algumas. Nossa! Sinto-me horrível, perdoem-me!

Não é isso que estou querendo dizer aqui e claro, como seres humanos, carregamos o DNA do pecado que desde Adão, não nos habilita ou nos da legitimidade para tal.

A diferença que para aqueles que aceitaram o Consolador, são convencidos todos os dias da justiça e do juízo, isto é, deixe o que te faz mal, deixe o que pode te destruir, te matar, deixe os impulsos que podem aniquilar sua alma e viva na luz, que assim teremos comunhão uns com os outros (clareza e entendimento), sabendo de que e com quem.

No livro de Efésios no capitulo 4 verso 25, Paulo inspirado pelo Pai, nos orienta a deixarmos a mentira e falar a verdade cada um com o seu próximo, isso porque somos membros uns dos outros.

Para ficar bem lembrado: “Cada um com seu próximo”.

Essa palavra é impar, ela nos remete a uma situação de proximidade e nos coloca em um só corpo.

Agora pensem comigo: Como meu corpo seria capas de mentir para mim mesmo? Meu próprio carpo conspirando contra mim?

Imagine meus olhos olhando para o céu azul, e me passando uma imagem vermelha com nuvens verdes?

Talvez eu comendo um delicioso churrasco e meu paladar mentindo, dizendo que aquele ensopado de legumes está maravilhoso?

Ou quem sabe, minhas mãos tocando um cacto e me dizendo que a textura desse algodão e sem igual?

Conseguem ver e entender a grandeza dessa palavra e a grande responsabilidade que temos e que a mentira pode destruir o corpo?

Poderiam por um breve momento imaginarem o tamanho do estrago que está alta sabotagem provocaria?

Porém, esta é a realidade que o corpo tem vivido!

A questão do mentir, de falar a mentira, de faltar com a verdade e ainda de não se arrepender e voltar e pedir perdão, e de fato corrigir-se utilizando da verdade, tem ficado escasso e o corpo tem estado doente e está morrendo, inflamado e apodrecido...

Não falamos a verdade por não haver problemas, afinal é só uma mentirinha...

Não falamos a verdade, pois isso destruiria meu negócio, empreendimento, minhas amisades. E quem sou eu sem isso? ...

Não falamos a verdade, pois o ofendido não vai entender, ele é imaturo e ficará chateado, melhor deixar do jeito que está...

Não falamos a verdade, pois, que mal tem? Não me acontece nada mesmo!...

Não falaremos a verdade, pois o mal que habita em nós é menor que o Bem que há em Cristo, porem não queremos abrir mão deste mal, escolhendo a alta destruição, a doença do corpo e alma do que a graça que de graça foi nos concebida.

Mentimos para nós mesmos!

Não será até quando, o corpo já está doente. Podemos cura-lo!

Tenho recebido, tenho compartilhado!

Elizeu Oliveira – 07/01/2022

 

 

segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

Casais + felizes... Praticam!

 


     Nos últimos dias, meu principal tema tem sido, vida a dois, homem e mulher, casamento, filhos e família.

     Também tenho lido, pesquisado e aprendido muito sobre tal assunto, aliás, vivo tudo isso na prática e no dia a dia.

     É natural de todos nós vivermos a procura da felicidade, ser feliz em todas as áreas da nossa vida, e além disso, sermos bem sucedidos naquilo que fazemos, e ou, nos propusemos a fazer, digo isso pois, vivemos todos os dias das nossas vidas tentando e tentando...

     Muitas vezes nos cobramos demais e poucas vezes de menos, acredito que erramos muito por tentarmos acertar demais e nesse tentar acertar, acabamos suprimindo as pessoas, e isso faz com que uma barreira se ergue e tudo que poderíamos ter de melhor num relacionamento, não chegue nem a germinar.

     Poderíamos nos perguntar porque nos casamos? Ou para que ter alguém do nosso lado?

     Resposta é simples, somos seres relacionais, está em nosso DNA, nossa genética, na ideia principal do Criador, sermos famílias, sermos muitos filhos do Eterno.

     Entendo que nos dias atuais, muitas formas existem e na verdade, não faço questão de trazer tais situações pois respeito a todos e acredito que após adultos, todo ser humano tem o direito de escolher quais caminhos e escolhas para sua vida. Gosto muito daquela frase que Jesus falou: “Vinde a mim todos vós que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei.”

     Penso que chega um momento em que o fardo se torna tão pesado por tentas escolhas errôneas e sem fundamento, as dores e desgastes pelos relacionamentos improváveis e controversos adoecem tanto a alma, que não se faz necessário as muitas críticas e posicionamento de muitos que se dizem santos. Tenho como princípio o amor ao próximo e que a graça que é de graça seja percebida por todos e que, quem realmente pode convencer que é o Espirito Santo, o faça no tempo oportuno.

     Mas voltando ao verdadeiro enredo, são muitas coisas que contribuem par que um homem e uma mulher tenham uma vida conjugal saudável, feliz e completa. Claro que cada casal tem suas particularidades e todas as práticas que existem e algumas que citarei aqui não se enquadra a todos, afinal, vida a dois não é e nem pode ser engessada, mas sim a liberdade é uma das principais virtudes que um casal possa ter.

     Segundo os autores e também casal “Zaf e Miriam Assis”, no livro “AS MELHORES PRÁTICAS DOS CASAIS + FELIZES” eles nos trazem sete práticas que acredito serem dignas de exposição e principalmente execução, estas práticas foram extraídas de entrevistas com vários casais, e que nos remetem a grandes aprendizados, e claro melhorar a nossa relação com nossos cônjuges.

     Gostaria de tecer alguns comentários sobre cada uma delas, mas acredito deixar isso para você leitor e casal que me segue...

     São elas as melhores práticas dos casais + felizes segundo Zaf e Miriam:

1º - Eles prospectam o que há de precioso um no outro;

2º - Eles começam uma prática e vão melhorando com o tempo;

3º - Eles apoiam mutuamente os projetos de longo prazo;

4º - Eles preservam e protegem sua aliança;

5º - Eles dedicam atenção um ao outro e oram juntos;

6º - Eles se perdoam e tem paciência um com o outro;

7º - Não vivem apenas para si, mas servem o próximo.

     Simples não é mesmo?

     Confesso que estou aprendendo muitas coisas ainda, e que tem umas que com meus 20 anos de casado ainda não consegui, mas estou ai na pegada...

     Meu desejo é que a palavra divórcio, e o ato em si seja algo que saia de moda e que tenhamos de fato casais e famílias felizes e saudáveis.

     Como sempre digo, a perfeição é algo que virá na plenitude dos tempos, mas a felicidade é real e vivida, isso se dá no dia a dia, na vivência, respeito, amor e sobre tudo escolha.

     Tenho recebido, tenho compartilhado!

 

Elizeu Oliveira – 03/01/2022

quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

Fim de ano... Como está seu Hoje?

      Mais um ano está se findando...

     Muitos já estão se programando, outros nem tanto...

     Na verdade nem sempre o que parece é de fato o que é.

     E vou dizer mais, o fato de se programar não está errado, pelo contrário, devemos sim nos programarmos, traçar nossas metas e desempenhar da melhor forma possível todas as ações necessárias para que os planos e projetos sejam conquistados e consumados.

     Mas gostaria de alertar sobre algumas questões que acredito serem relevantes e que olhando de forma mais sutil, caminhamos em uma linha tênue entre o caos e as realizações de fato.

     Precisamos ter o cuidado de não sair do presente!

     Que dia é hoje? Redundando, hoje é hoje ora!

     O que posso fazer hoje? Muitas coisas se assim desejar, ou não fazer absolutamente nada se este for seu desejo.

     Usando os velhos jargões: O hoje é um presente, viva-o intensamente!

     Carpe Dien!

     Onde quero chegar?

     Revendo algumas anotações antigas, me esbarrei em estudos feitos ha não sei quanto tempo sobre questões ligadas ao passado, presente e futuro, e como é bom rever (Não viver) coisas do passado, aprendemos muitas coisas e relembramos muito mais...

     Voltando ao início, as nossas programações, desejos, e metas para o futuro são importantes sim, porém o hoje é fundamental e é ele que deve ser de fato vivido.

     Não perca o seu hoje!

     Quando começamos a retrospecto de mais, corremos o risco de tele transportar-nos para o passado e isso pode gerar “culpas”. Esse excesso de passado escancara uma grande e terrível porta que nos leva a “DEPRESSÃO”.

     Por outro lado, os muitos planos, nos remetem ao futuro e esse muito focar no futuro, esse excesso de coisas que ainda estão por vir coloca em nossas mãos a chave negra da “ANSIEDADE”.

     Volto a repetir, não estou dizendo aqui que planos e metas, projetos e como executa-los não devem ser pensados, porem as muitas situações, a busca pelas situações vindouras, fazem de nos meros espectadores do presente, nos acomodando na plateia do hoje e o protagonismo de um nós imaginário.

     Então, não perca o hoje, não deixe de aproveitar seu presente.

     Hoje é festa, e o Criador não fará nada ontem e nem amanhã, Ele faz no hoje!

     Tenho recebido, tenho compartilhado!

Elizeu Oliveira – 30/12/2021

 

terça-feira, 28 de dezembro de 2021

CAMPO MINADO.

      Vida a dois, é o ou não é fácil?

     Na verdade a pergunta está na forma retórica, pois, essa questão de fácil ou difícil a dois, é algo muito pessoal, e cada um com seu ponto de vista poderá dizer o que de fato é ou não difícil ou fácil.

     Mas se tem algo que devemos ter, é sabedoria para conduzir nossa vida conjugal.

     Sim, a sabedoria se faz necessária em todas as áreas da nossa vida, e sem ela é simplesmente impossível de se viver...

     A questão que quero trazer à tona, tem a ver com os cuidados que devemos ter para que de fato, possamos exercitar contra o mal que assola, e que ronda para destruir as muralhas da vida de um homem e de uma mulher que querem viver juntos, gerarem filhos e que a família seja inabalável e consciente disso.

     Dentre tantas condições e situações que poderia citar aqui, vou me deter em uma que, recentemente lendo o livro “As melhores práticas dos casais + felizes” de Zaf e Miriam Assim, me chamou muito a atenção e vejo que é um grande risco que um casal pode ter quando, se trata de um rompimento destas muralhas.

     No livro eles dizem: “Concordamos que a analogia do campo minado parecia ser boa. Cada cônjuge precisa olhar onde está indo, evitar estragar tudo pisando em estrumes no caminho. Não caia em armadilhas. Caso uma amizade no trabalho ou na comunidade parece estar se tornando mais que amizade, e caso haja sentimentos confusos ou conversas dúbias, pule fora.”

     Sabe aquele papo de que tenho direito ao meu espaço, meu momento e minhas particularidades? Tome cuidado, a porta não precisa estar escancarada, as frestas permitem que coisas possam passar...

     Sabe aquele jargões dos super-homens e supermulheres que não veem problemas e que não tem nada a ver? Tem tudo a ver com as muitas possibilidades de ruinas em suas fortalezas...

     Talvez nos sentimos prontos para enfrentar, mas como diz o ditado: “Agua mole em pedra dura de tanto bater acaba furando.”

     Não estou aqui para te desanimar, nem dizer que suas amizades possam ser um grande risco para sua vida conjugal, porém, como diz a palavra, o melhor é fugir da aparência do mal. 

     E uma outra situação importantíssima, inclua seu cônjuge no rol de suas amizades, e de preferência amigos que comungam dos mesmo ideais e responsabilidades, que enxergam no casamento, na vida a dois e na família o modo de vida e verdade a ser seguido.

     Como faço muitas citações e ditados, gostaria de deixar mais um para que os entendidos façam valar a referência: “O jardim do vizinho é sempre mais belo”.

     Faço a simples pergunta: Tens cuidado só seu jardim? Regado adubado, dispondo tempo de qualidade?

     Enfim, o que vemos é uma infinidade de desculpas tolas e vazias e muitos homens e mulheres imaturos, crianças em corpo de adultos que infelizmente sabem o que fazer porém não se esforçam e videm uma mediocridade conjugal.

     Invista no que é seu, seja fiel a sua escolha e ame sem a intenção de retorno... Ele sempre vem.

     Tenho recebido, tenho compartilhado.

 

Elizeu Oliveira – 28/12/2021

sábado, 25 de dezembro de 2021

Natal é presente!!!

 

           Então me tornei pai e pude entender...

     Quando nossos filhos nascem, nossa vida muda completamente, e passamos a viver de certa forma, em prol a eles.

     Como alimentá-los, como vesti-los, como educa-los e principalmente como faze-los felizes.

     A paternidade e algo do tipo surreal, surpreendente, dinâmico, dá um prazer tremendo, é muito bom ser pai.

     Mas daí, a vida segue louca, e durante os 365 dias do ano nos empenhamos ao máximo para que nossa prole esteja sempre bem e feliz, com muita saúde e principalmente bem pertinho, essa é a melhor parte, razão de sempre arrumarmos um jeito de estamos juntos.

     Para cada dia, são muitas preocupações, sim legitimas preocupações, com a finalidade de manter a vida em ordem, as necessidade dos filhos supridas e realizadas de preferência.

     É um ano de foco neles, e sim, vale a pena. Vê-los crescer é algo que não dá para definir, explicar ou tentar com precisão padronizar... É louco de mais!

     E é bem assim mesmo, todos os dias se possível, um mimo, todos os dias uma nova história, todos os dias uma nova aventura, todos os dias querendo agrada-los e mantê-los felizes... É bem assim a vida dos pais.

     E a questão para este dia, que confesso que quando criança era muito mais empolgante, quando criança era irado, quando criança era o ponto alto da festa, o dia mais esperado do ano, o dia 25 de dezembro, o “NATAL”.

     Quando criança eu não estava nem ai de onde viriam os presentes, a comida, as festas, eu nem pensava nisso, meu foco era o dia, as luzes, as músicas e claro o presente.

     O Natal quando criança era mágico, palavra mais fácil de dizer para uma criança que não entendia como o dia poderia ser tão perfeito... E para os mega-super alguma coisa de plantão, um filho devidamente instruído, palavras como magia, papai Noel e trenó, são meras figuras de linguagem e que fazem parte da formação de adultos realizados e convictos.

     O Natal que eu vivi quando criança era esperado e comemorado, não dava para ser mais perfeito, era um dia memorável e cheio de alegria...

     Meus Natais foram sempre cheio de alegria, comida e presente. Dona irene nunca deixou passar em branco. Nunca vou me esquecer de uma arvore de Natal que ela fez, com uma arvore seca, algodão nas pontas e papel metalizado no lugar das bolas coloridas... Obrigado mãe!

     Mas a gente cresce, e junto com nosso crescimento a magia se acaba... Serio?

     Não mesmo, não acaba não, muda de nome!

     O Natal agora é o entendimento de um escolha, é uma maneira de mostrar um desejo, é a forma viva e clara do maior sentimento de todos: “O AMOR”.

     Hoje como pai de dois filhos, eu entendo bem as duas formas que vejo o Natal, da forma que o filho vê e da forma que pai vê. Ver o Natal assim é revelador e único, é entender a essência de uma escolha... “Amar de maneira tal” João 3:16.

     Como pai vejo uma data que foi forjada por todo um ano de dedicação, de entrega, de realização... De bênçãos!

     Vejo este dia como um sentimento tão nobre que é construído diariamente e que por mais difícil que seja, nada é capaz de fazê-lo desistir...

     Entendo que de fato para nossos filhos as luzes, as músicas, as festas, a comidas e os presentes é a consumação de tudo o que se viveu durante todo um ano...

     Nossos filhos devem sim aproveitar bem este dia, esperar por ele, alegrarem-se nele, sem a preocupação de entenderem se é magia, se o papai Noel de fato existe ou não, se a arvores e ou não responsável por atrair os presentes, se de fato foram bonzinhos para serem presenteados.

     Não estou dizendo aqui que nossos filhos não devem ser devidamente orientados e ensinados, pelo contrário, devem sim saber que, o real motivo deste dia é a alegria de um dia a humanidade ter sido presenteada.

     Ficar claro para nossos filhos e gerações vindouras, que toda a festa, todo o presente, é fruto de um pai que mesmo sendo generoso, mesmo estando presente o ano inteiro, mesmo cuidando de cada detalhe das nossas vidas, nos presenteou com o que ele tinha de melhor, seu filho Jesus Cristo.

     Por que presenteei meus filhos? Mesmo  presenteando-os o ano inteirinho?

     Aprendi com Deus o Pai celestial que mesmo nos enchendo de dádivas durante o ano todo, escolheu um dia especial, e numa bela noite, noite de NATAL nos deu o maior presente que a humanidade poderia ter ganhado.        Cristo é festa, é comida, é música, é alegria, é luz, é confraternização, é paz, é vida.

     Feliz presente de Natal para todos!

     Tenho recebido, tenho compartilhado.

Elizeu Oliveira – 25/12/2021

quinta-feira, 23 de dezembro de 2021

Resistência? Ah sim, Tribulação!

 

Dias corridos?

Final de ano é sempre assim, muita correria e ajustes. Tudo para fecha-lo bem e ter aqueles dias de folga com a família e com muita festa, afinal quem não gosta de estar junto em família e com alegria?

Mas já me conhecem, minhas varias viagens nas muitas leituras que faço, é de meu interesse trazer reflexões as quais extraídas de grandes autores possam nos abrir a mente, fazermos refletir, e por que não, fazer aplicações que se façam necessárias, afinal de contas, à palavra nos orienta a “ouvir tudo e reter o que é bom”. Um grande psicanalista disse que só o conhecimento trás o poder”, e claro, sempre será o melhor investimento pessoal: Conhecimento.

Mas voltando ao final do ano e as festas, a questão hoje é o oposto disso, afinal, festas de final de ano é muito bom, mas e as lutas do ano todo que tivemos... Pensaram que eu iria aliviar?

O foco aqui é que as lutas, elas sempre existiram e continuarão sempre existindo, isso nos dá a condição de crescimento, amadurecimento, resistência e resiliência, um ser humano completo, maduro.

Agora, o mais importante é: continuar ou deixar-se levar e não chegar ao destino para qual foi criado?

Sobre esta questão, o apostolo Pedro disse para não estranharmos o fogo ardente que surge no meio de nós, ele aqui se refere às lutas, as provas. Ele continua dizendo que isso não é coisa extraordinária algo fora do comum que poderia estar acontecendo com a gente, pelo contrario, Pedro é enfático em dizer para alegrarmos por sermos participantes nos sofrimento que são gerados a nós por querer sermos parecidos com Cristo. Por fim, ele conclui dizendo que, tudo isso nos levará a uma grande alegria e juntamente com quem nos criou, que é a melhor parte.

Assim, gostaria de trazer na integra um trecho do livro “A isca de Satanás” de John Bevere, quando ele fala sobre escapar de armadilhas:

 “Ele não lhes prometeu uma vida fácil. Não lhes prometeu sucesso de acordo com os padrões do mundo. Ele lhes mostrou que se quisessem completar a sua carreira com alegria, iriam encontrar muita resistência, que chamou de tribulação.

Se você está remando em um rio contra a corrente, terá que remar continuamente a fim de avançar contra o fluxo do rio. Se parar de remar e relaxar, finalmente acabará sendo levado pela correnteza. Mesmo assim, quando estivermos determinados a seguir o caminho de Deus, encontraremos muitas tribulações. Todas as provações apontarão a resposta para uma pergunta principal: você vai se preocupar consigo mesmo, como o mundo faz, ou vai viver a vida negando a si mesmo?

Lembre-se que quando perdemos a nossa vida por amor a Jesus, encontramos a vida dEle. Aprenda a fixar seu foco no resultado final e não na luta.”

Que o fim do ano nos de condições de refletirmos sobre isso e que todos os 365 dias que praticamente estão conclusos, nos mostra de fato o porquê, mesmo sabendo a resposta, não queremos ouvi-la.

Tenho recebido, tenho compartilhado!

Elizeu B. Oliveira – 23/12/2021