Sou discípulo de Jesus, pertenço ao corpo, tenho esperança, acredito em mudanças.
domingo, 12 de janeiro de 2014
Desviado
sábado, 11 de janeiro de 2014
VOCÊ É REALMENTE O QUE É?
Verdade sem transparência é ofensa e mentira!
É tempo perdido!
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
(Porque andamos por fé, e não por vista). 2 Coríntios 5:7
Amor de pai tem grande influência na personalidade dos filhos;
Figura paterna tem maior importância do que se imagina; rejeição é mais sentida pelos pequenos quando vem do pai.
estudo,
ser amado ou rejeitado pelos pais afeta a personalidade e o
desenvolvimento da personalidade nas crianças até a fase adulta. Na
prática, isso significa que as nossas relações na infância,
especialmente com os pais e outras figuras de responsáveis, moldam as
características da nossa personalidade.
"Em meio século de pesquisa internacional, nenhum
outro tipo de experiência demonstrou um efeito tão forte e consistente
sobre a personalidade e o desenvolvimento
da personalidade como a experiência da rejeição, especialmente pelos
pais na infância", disse o coautor do estudo, Ronald Rohner, da
Universidade de Connecticut (EUA). "Crianças e adultos em todos os
lugares tendem a responder exatamente da mesma maneira quando se sentem
rejeitados por seus cuidadores e outras figuras de apego".
E como elas se sentem? Exatamente como se tivessem sido
socadas no estômago, só que a todo momento. Isso porque pesquisas nos
campos da psicologia e neurociência revelam que as mesmas partes do
cérebro que são ativadas quando as pessoas se sentem rejeitadas também
são ativadas quando elas sentem dor física. Porém, ao contrário da dor
física, a dor psicológica da rejeição pode ser revivida por anos.
O fato dessas lembranças – da dor da rejeição – acompanharem as crianças a vida
toda é o que acaba influenciando na personalidade delas. Os
pesquisadores revisaram 36 estudos feitos no mundo todo envolvendo mais
de 10.000 participantes, e descobriram que as crianças rejeitadas sentem
mais ansiedade e insegurança, e são mais propensas a serem hostis e
agressivas. A experiência de ser rejeitado faz com que essas pessoas
tenham mais dificuldade em formar relações seguras e de confiança com
outros, por exemplo, parceiros íntimos, porque elas têm medo de passar
pela mesma situação novamente.
É culpa do pai, ou é culpa da mãe?
Se a criança está indo mal na escola, ou demonstra má educação ou comportamento inaceitável, as pessoas ao redor tendem a achar que "é culpa da mãe". Ou seja, que a criança não tem uma mãe presente, ou que ela não soube lhe educar.
Porém, o novo estudo sugere que, pelo contrário, a figura do pai na infância pode ser mais importante. Isso porque as crianças geralmente sentem mais a rejeição se ela vier do pai.
Numa sociedade como a atual, embora o nível de igualdade de gênero tenha crescido muito, o papel masculino ainda é supervalorizado e muitas vezes vêm acompanhado de mais prestígio e poder. Por conta disso, pode ser que uma rejeição por parte dessa figura tenha um impacto maior na vida da criança.
Com isso, fica uma lição para os pais: amem seus filhos! Homens geralmente apresentam maior dificuldade em expressar seus sentimentos, mas o carinho vindo de um pai, ou seja, a aceitação e a valorização vinda da figura paterna, pode significar tudo para um filho, mesmo que nenhum dos dois saiba disso ainda.
E para as mães, fica outro recado: a próxima vez que vocês forem chamadas à escola por causa de algo que o pimpolho aprontou, tenham uma conversa com o marido. Já que, problemas de personalidade, pelo visto, podem ser resolvidos com amor de pai. (Fonte: Hype Science)
IMAGINAÇÃO
sábado, 4 de janeiro de 2014
Michelly Almeida e Hellena O. Sousa
Estando a passeio em Mantenópolis, pude ver e viver muitas coisas legais, mas dentre tantas quero colocar aqui uma que muito me deixou feliz e achei muito bacana. Minhas sobrinhas compondo para Jesus.
A musica.
Quero Adorar
Chequei na igreja, doidinha para adorar;
A galera ta no clima, todo mundo quer louvar;
O pastor me chamou, disse sobe neste altar;
A galera do louvor, não para de cantar;
E' uma dança bem legal, o Senhor quem me ensinou;
A galera ta no clima, ninguém vai querer parar;
Com Michelly e Hellena, eu quero: A, eu quero Do;
Eu quero Aaa...adorar 2(x)
Sem muito mais o que dizer no momento, o que eu Elizeu quero mesmo junto com as meninas é:
Aaa...adorar!
Elizeu B. de Oliveira
quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
Viajando
Como as coisas mudam em nossas vidas, não é mesmo?
Quando menino, a euforia tomava conta todas as vezes que eu iria viajar, e como era bom este sentimento.
Estar dentro de um ônibus era algo assim arrebatador, algo surreal. E me lembro que os dias eram contados apartir do momento em que sabia que uma viajem estava para acontecer.
Colocava-se a melhor roupa, a mais nova, se perfumada e sonhava acordado com tudo aquilo que me esperava.
As malas, nem se fala, era como se fosse um ritual. Roupas mais grossas em baixo tipo a calça, a bermuda, a toalha. As roupas mais leves em cima, camisas.
Nos bolsos laterais da bolsa, as roupas íntimas, meias e coisas como escova, pente, creme dental...
Tinha também fones de ouvido e CD player. Nossa! Era tudo.
Dia do embarque eu ali a postos mala na mão esperando a etiqueta para colocar na alça da mala. Nessa época o cobrador quem fazia isso é como até hoje a Viação Pretti e a Viação Águia Branca, mandando na linha. Hoje rota.
Entrava no ônibus, um sonho acordado, uma realização sem fim, um êxtase por tudo aquilo estava acontecendo. Era divino.
A frente próximo ao motorista era meu lugar favorito mas nem sempre dava. A janela então, extremamente perseguida e claro a cabeça sempre do lado de fora...
Íamos brincando, conversando, fazendo planos para o passeio, era a melhor parte. Como era bom.
Quando a tarde ia caindo, o sono batia e o ruído diminuía, tudo ficava mais tranquilo. Era a hora de descansar.
Conforme era a viajem, tornava-nos quase parentes de todos no onibus, muito legal. Compartilhavamos lanches e bebidas e todos entravam nas histórias era uma verdadeira festa dentro do ônibus.
Chegando em nossos destinos, a tristeza e o chororô, pois, a festa do ônibus estava acabando.
Era bom assim, ida e volta e era ruim assim quando tudo terminava.
Há mais uma coisa muito importante, tinha um tal de papelzinho que o cobrador dava para gente que era nossa passagem, nada digitalizado ou impresso, era preenchido manualmente e passado para os usuários.
Hoje, voltando às raizês, dentro de um ônibus da Águia Branca percebo que algo sim mudou e mudou muito mesmo.
Aquele menino que creceu e se transformou em um homem não mais viaja de ônibus...
Aquele menino que agora creceu, não tem mais os mesmos sonhos...
Aquele menino que agora tornou-se adulto e não brinca mais e nem compartilha mais lanches e faz amigos e famílias dentro do ônibus...
Hoje eu cresci, mudei e vi passar aquele tempo muito bom que não mais pode voltar.
Ah! Mas o ônibus, este sim continua o mesmo, com acessórios de luxo e tudo mais, com estradas asfaltadas e bem sinalizadas...
Ele sim continua o mesmo. Eu mudei.